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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Accipitriformes
Família: Accipitridae
 Vigors, 1824
Subfamília: Accipitrininae
 Vigors, 1824
Espécie: P. polionotus

Nome Científico

Pseudastur polionotus
(Kaup, 1847)

Nome em Inglês

Mantled Hawk


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Quase Ameaçada

Fotos Sons

Gavião-pombo-grande

O gavião-pombo-grande (Pseudastur polionotus) é um ave Accipitriforme da família Accipitridae, antigamente conhecida por Leucopternis polionotus.
Também conhecido como gavião-branco, urubitinga, gavião-de-rabo-curto.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (grego) pseudos falso; e Astur = referente ao gênero Astur, (Lacépède, 1801); e do (grego) polios = cinza; e -nötos, nöton = com as costas, costas. ⇒ Falso Astur com as costas cinzas.

Características

O gavião-pombo-grande mede entre 48 e 53 cm, com a região do dorso e asas cinza escuro, quase negro, e algumas coberteiras margeadas de branco. A cabeça, nuca e região do peito e ventre são de um branco imaculado, enquanto a cauda curta apresenta cor preta da base até a região mediana, branca no restante. Imaturo: de cabeça e pescoço rajados, com estrias cinza-amareladas. Espécie de porte avantajado. Voz: sequência de dois ou três assobios agudos “wiiii, wiiii

Espécie semelhante

O gavião-pombo-grande é morfologicamente muito similar ao gavião-pombo-pequeno (Amadonastur lacernulatus), do qual se diferencia principalmente pelo maior porte, vocalização e pela coloração da ponta da cauda, sendo inteiramente branca, sem nenhum barrado e mais curta em Pseudastur polionotus, e branca com uma faixa terminal preta em Amadonastur lacernulatus.

Fotos das espécies Pseudastur polionotus e Amadonastur lacernulatus
(gavião-pombo-grande) (gavião-pombo-pequeno)
Canto (Pseudastur polionotus)
gavião-pombo-grande
WA101753
Canto (Amadonastur lacernulatus)
gavião-pombo-pequeno
WA196326

Alimentação

Sobre seus hábitos alimentares, Martuscelli (1996) descreve observações de capturas de sabiá (Turdus albicollis), papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis) e alma-de-gato (Piaya cayana). Também captura répteis e pequenos mamíferos (roedores).

Reprodução

Na época da reprodução faz o ninho com galhos secos no alto das árvores. O casal realiza voos de cortejo e display durante os meses de inverno.

Hábitos

Vive em florestas primárias e secundárias, mas existem várias observações de indivíduos frequentando matas bem alteradas e plantações. Costuma sobrevoar a pouca altura a copa das florestas. Vocaliza pouco e raramente são observados três ou mais indivíduos.

Distribuição Geográfica

Ocorre na faixa litorânea do Brasil oriental, nordeste da Argentina e Paraguai.

Referências

Galeria de Fotos